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Guerra à Polícia – Reflexões sobre a ADPF 635
Vários autores

Editora EDA

Projeto Gráfico, Diagramação e Capa, Londrina, 2021.

Neste livro, diversos profissionais do direito falam das raízes e dos frutos da juristocracia; do ativismo judicial que gradativamente levou a ela e da guerra à polícia.

 

Os autores tratam, em especial, da ADPF 635 que visa ao fim das operações policiais nas favelas, durante a pandemia, e à suspensão do uso de helicópteros como plataformas de tiros, o que pode resultar em grandes zonas liberadas para o domínio pleno de facções criminosas – um verdadeiro Estado paralelo – oprimindo a população e causando perigo para todos, gerando um incremento nas mortes de policiais ou tornando inviáveis as operações.

 

Eles enfrentam as decisões judiciais que interferem em questões que não competem ao Poder Judiciário, mas àqueles que o povo elege e por isso estão sujeitos à aprovação popular pelo voto periódico.

Alguns acham que chegamos àquele tempo que Chesterton previu, no qual teríamos que provar que a grama é verde. Ledo engano. Esse tempo passou e a maioria mal notou, estamos em um tempo em que temos de afirmar que a grama é vermelha sob pena de prisão.

Como imaginar que as facções criminosas cresceriam com base em “políticas de incentivo” do próprio Estado, que não só lhes deu legitimidade, como até vedou a invasão de “seus territórios”, demarcou-os e lhes garantiu domínio até dentro de presídios?!

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