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O Bahir – O Livro da Iluminação 
Rabi Aryeh Kaplan

Polar Editorial

Projeto Gráfico, Diagramação e Capa, São Paulo, 2018.

O Sêfer ha-Bahir (O Livro da Iluminação) é um dos mais antigos e importantes textos clássicos da Cabala, a tradição mística do judaísmo. Alguns estudiosos chegam a considerá-lo como o mais antigo texto cabalístico escrito.

 

Até a publicação do Sêfer ha-Zohar (O Livro do Esplendor), O Bahir era a principal fonte de informação sobre os ensinamentos cabalísticos, sendo a obra mais influente e largamente citada.

 

Essa obra é mencionada em quase todos os trabalhos relevantes que tratam da Cabala, o mais antigo deles sendo o comentário do Rabi Abraham bem Davi (1125-1198) a respeito do Sêfer Ietsirá; o Rabino Moisés bem Nachman ou Nachmanides (1194-1270) – mais conhecido pelo seu acrônimo Ramban –, em seu comentário sobre a Torá, a ele se refere várias vezes. É, além disso, com frequência parafraseado e transcrito no O Zohar.

Seu nome, Bahir, deriva do primeiro versículo citado no texto de Jó (37:21): “E já não se pode olhar para a luz resplandecente (Bahir) dos céus”. É também chamado de “Midrash do Rabino Nehuniá ben HaKana (sábio talmúdico do Século I)”, talvez porque o seu nome aparece no início no livro, mas, realmente, a maioria dos cabalistas atribui o Bahir a ele e à sua escola.

Esta grande obra, juntamente com o Sêfer ha-Zohar e o Sêfer Yetsirá, constituem os pilares fundamentais da tradição cabalista.

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